Conheça o novo apoio para desempregados sem subsídio

Os programas "contrato emprego-inserção" e "contrato emprego-inserção+" sofreram alterações e vão abranger mais pessoas desempregadas.

desempregados sem subsídioPara quem está desempregado e já esgotou o subsídio de desemprego, a partir do final de janeiro existirá um apoio social para estes casos. Em causa está a reformulação do diploma que regulamenta os programas “contratos emprego-inserção” e os “contratos emprego-inserção +” e que foi publicado em Diário da República no dia 31 de dezembro. Estes programas, promovidos pelo IEFP, prevêem a ocupação de pessoas desempregadas através do desempenho de trabalho socialmente necessário em troca de uma bolsa que pode chegar até aos 419, 22 euros.

Até agora, estas duas medidas destinavam-se a desempregados que estavam a receber o subsídio de desemprego, o subsídio social de desemprego ou o rendimento social de inserção. No entanto, com a reformulação do diploma, estes programas passam a ter o seu universo de destinatários alargado e vão incluir também pessoas desempregadas que não estejam a receber subsídios. E não são poucas. Os dados oficiais mostram que existiam em novembro mais de 692 mil pessoas inscritas nos centros de emprego. No entanto, apenas 374 mil estavam a receber uma prestação de desemprego.

O Governo pretende assim fazer face a situações de exclusão e risco social, que decorrem devido à crise económica que o País vive. O objetivo é facilitar o encaminhamento destas pessoas para o trabalho considerado socialmente necessário. Se é este o seu caso, saiba como poderá usufruir deste apoio.

 

1. O que são os programas “contrato emprego-inserção” e “contrato emprego-inserção+”?

O “contrato emprego-inserção” e o “contrato emprego-inserção +” são duas medidas de apoio a pessoas desempregadas que consistem na prestação de trabalho que seja socialmente necessário. Isto é: Trabalho que seja realizado por pessoas desempregadas inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e que permita satisfazer necessidades sociais ou coletivas temporárias. Estas duas medidas têm uma duração máxima de 12 meses, com ou sem renovação do contrato.

 

2. Qual é o objetivo destes apoios?

A ideia destes programas é promover a empregabilidade de pessoas em situação de desemprego, promovendo as suas competências socioprofissionais, através do contínuo contacto com o mercado de trabalho. Para isso, é encorajado o contacto dos desempregados com outros trabalhadores e atividades, para que não existam riscos de isolamento, desmotivação e marginalização.

 

3. A quem se destinam?

– No caso do “contrato emprego-inserção” este programa destina-se a desempregados que recebam o subsídio de desemprego ou o subsídio social de desemprego.

-Já os “contratos emprego-inserção +” destinam-se aos desempregados que sejam beneficiários do rendimento social de inserção. No entanto, a nova portaria vem alargar o leque de pessoas que podem ser abrangidas por este programa. Assim, também os desempregados que não recebam qualquer tipo de apoio social mas que estejam inscritos no IEFP há pelo menos 12 meses, ou que integrem uma família monoparental ou cujos parceiros ou cônjuges estejam também desempregados vão poder ser integrados neste programa.

-A seleção dos beneficiários é feita pelo IEFP, em conjunto com as entidades promotoras de projetos de trabalho socialmente necessários, entre os desempregados inscritos nos centros de emprego.

-Nota ainda para o facto de terem como prioridade de candidaturas os casos de pessoas com deficiências e incapacidades, desempregados de longa duração ou com idade igual ou superior a 45 anos e ex-reclusos ou pessoas que cumpram pena em regime aberto voltado para o exterior.

 

4. Quais os valores dos apoios?

Os apoios financeiros dados às pessoas beneficiárias destes programas diferem consoante a medida em que estejam inseridos:

– No caso dos “contratos emprego-inserção”, o desempregado já é beneficiário ou do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego e, como tal, irá receber uma bolsa mensal complementar correspondente 20% do indexante de apoios sociais (IAS). Isto é cerca de 82,44 euros.

– Os desempregados que integrem a medida “contrato emprego-inserção +” têm direito a uma bolsa de ocupação mensal correspondente ao valor do indexante de apoios sociais (IAS), isto é 419,22 euros.

– A ambas as bolsas acresce ainda o valor do subsídio de refeição e o subsídio de transporte pago pela entidade promotora.

 

5. Que entidades podem receber pessoas desempregadas ao  abrigo destes programas?

– Até agora podiam receber pessoas ao abrigo destes apoios as entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos (serviços públicos, autarquias locais, entidades de solidariedade social). No entanto, com a alteração do diploma que regulamenta os programas “contrato emprego-inserção” e “contrato emprego-inserção +”, também as entidades coletivas privadas do setor empresarial local que sejam totalmente participadas pelos municípios, pelas associações de municípios e pelas áreas metropolitanas podem candidatar-se estas medidas.

– As candidaturas das empresas devem ser verdadeiramente fundamentadas, para que se comprove que as atividades a desenvolver sejam relevantes para a satisfação de necessidades sociais ou coletivas e que não visem a ocupação de postos de trabalho.

 

6. Que apoios existem para as entidades promotoras que integrem os beneficiários destes programas?

Também aqui os apoios diferem consoante a medida em questão:

– No caso dos beneficiários ao abrigo do “contrato emprego-inserção”, a bolsa é paga pelas entidades promotoras. No entanto, quando estão em causa entidades privadas sem fins lucrativos a bolsa é comparticipada pelo IEFP em 50%.

– Para as pessoas que se enquadrem no “contrato emprego-inserção +”, o pagamento das bolsas também fica a cargo das entidades promotoras e do IEFP, mas em diferentes termos. Por exemplo: no caso de se tratar de uma entidade privada sem fins lucrativos 10% da bolsa fica a seu cargo, e os restantes 90% são pagos pelo IEFP. Se estivermos perante o caso de uma entidade pública (ou de uma entidade privada que pertença ao setor empresarial local) 20% da bolsa fica a cargo da entidade promotora e o valor restante é suportado pelo IEFP.

 

Leia também os seguintes artigos sobre o mesmo tema:

– Simulador: Tem ou não direito ao subsídio de desemprego?

– Calculadora: Qual é o valor do seu subsídio de desemprego?

– Sete regras de ouro para arrasar numa entrevista de emprego

– 10 Questões sobre o subsídio de desemprego

– O subsídio de desemprego terminou. E agora?

– Despedimentos: As novas regras das indemnizações

– Guia: Direitos e deveres do desempregado

– Opinião: Como ser chamado a uma entrevista de emprego

– Desemprego de longa duração: o que fazer?

– Encontrar emprego depois dos 45

– “Enviar CV passou de moda”

 

67 respostas a “Conheça o novo apoio para desempregados sem subsídio”

  1. Augusto Ferreira

    Estes apoios deviam ser única e exclusivamente para quem não tem qualquer subsidio.

    Responder
    • Cristina

      Concordo plenamente. Pois encontro-me nessa situação.

      Responder
      • Sandra

        é como eu! 🙁

  2. Maria de Fátima Ascenção de Oliveira Rangel

    uma grande notícia era disto que eu estava a espera vou ver o que fazer para tratar disso

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  3. Américo Gomes

    e quem não está inscrito no desemprego pode aderir ou o que Fazer ?.

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    • Saldo Positivo

      Bom dia Américo,
      Para poder ser abrangido por este apoio terá mesmo de se inscrever no IEFP e cumprir um dos três requisitos de acesso que estão descritos no texto. Ou seja:
      Estar inscrito no IEFP há pelo menos 12 meses, ou integrar uma família monoparental ou ter o cônjuge também numa situação de desemprego.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  4. jose ferreira

    boa noticia vou tratar disso

    Responder
  5. Luísa

    Até que enfim que oiço algo que até agora tem sido esqueçido, nimguem se preocupou com pessoas de valor que devido a problemas varios se encontram nessa situação eu sou uma delas. .

    Responder
  6. VF

    Boa notícia para tantos de nós!!

    Responder
  7. Francisco Figueiredo

    Fico a guardar para ver o que dá, já deixei de acreditar nestes programas que a maioria das vezes não sai do papel.

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  8. vitor souto

    Boa noticia, vamos ver se funciona, vou pedir informações.

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  9. Iris

    Acho piada o valor de 419,22 €. Pois já estive desempregada e nunca recebi esse valor.Recebi sempre menos. Reclamei até hoje estou a espera de uma resposta.
    Já la vão 9 meses.

    Responder
  10. ana paula

    eu nunca recebi subsidio de desemprego
    posso ter esta ajuda???
    nunca fiz descontos…posso obter ajuda???

    Responder
    • Saldo Positivo

      Cara Ana Paula,
      Para poder ser abrangida por este apoio terá de estar inscrita como desempregada no IEFP e cumprir um dos três requisitos de acesso que estão descritos no texto. Ou seja:
      Estar inscrito no IEFP há pelo menos 12 meses, ou integrar uma família monoparental ou ter o cônjuge também numa situação de desemprego.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  11. maria helena almeida machado

    Boa tarde
    Gostaria de obter mais informacoes para subsidios para quem está desempregado como eu há 1 ano… meus paias faleceram e meu pai foi o ano passado em dezembro, estou desesperada porque antes tinha a reforma dele mas agora ja nao á direito a nada. Nao sei como pagar as contas , o bens alimenticios, por favor me ajudem nao consigo gtrabalho em lado nenhum.

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    • Saldo Positivo

      Boa tarde Maria Helena,
      A situação financeira que descreve é realmente preocupante. Se não está a receber o subsídio de desemprego existem três apoios que poderá ter direito (se cumprir com os requisitos exigidos):
      – O Subsídio Social de Desemprego
      – O Rendimento Social de Inserção
      – E este mecanismo que foi agora reformulado: o Contrato Emprego Inserção +.
      Para usufruir de qualquer um destes apoios, uma das condições exigidas é que os beneficiários estejam inscritos no centro de emprego da sua área de residência.
      Aconselhamos que se dirija os serviços da Segurança Social (e no caso do apoio “Contrato Emprego Inserção +, se dirija ao centro de emprego da sua área de residência) para expor a sua situação e verificar se poderá ser abrangida por alguns destes apoios.
      Além disso, escrevemos um artigo em Agosto do ano passado intitulado “O subsídio de desemprego terminou. E agora?”, no qual explicávamos os diversos mecanismos de apoio financeiro que existem para pessoas que estão sem rendimentos apesar de estarem ativamente à procura de trabalho. Aqui vai o link do artigo para a Helena consultar e que poderá ajudá-la a encontrar soluções para a sua situação. http://saldopositivo.cgd.pt/o-subsidio-de-desemprego-acabou-se-e-agora
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  12. Norberto Reis

    Aguardo também e gostaria de saber como me candidatar, sempre uma boa iniciativa!

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Norberto,
      Os beneficiários não se candidatam propriamente a estes programas. Isto porque a escolha e selecção dos beneficiários destes mecanismos de apoio será feita pelo IEFP em conjunto com as entidades promotoras de projetos de trabalho socialmente necessário.Para saber mais detalhes como será feito este processo de seleção aconselhamos que se informe diretamente junto do centro de emprego da sua área de residência.
      Atenciosamente,
      A equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  13. Piedade

    Fui funcionaria publica, há três anos foi-me aplicada uma pena de demissão, vim para a rua sem qualquer subsidio nem reforma, vivo da caridade de amigos, tenho direito a um subsidio acima referidos?

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Piedade,
      Para ser beneficiária de algum destes apoios terá de cumprir com os requisitos previstos e que estão descritos, de forma genérica, no texto acima. Aconselhamos que se informe diretamente junto do centro de emprego da sua área de residência sobre se tem todas as condições exigidas para poder vir a ser beneficiária destes programas. No entanto, como este diploma só entra em vigor no final deste mês é possível que só mais perto desta data os centros de emprego tenham toda a informação disponível sobre este tema.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  14. Angela

    Bom dia.
    No caso do Contrato Emprego-Inserção +, o valor da bolsa é sempre 419,22, ou depende do grau de habilitações? No meu caso eu sou licenciada, com este tipo de contraro recebia o valor 419,22 na mesma?
    Obrigada

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Angela,
      Sim, o valor da bolsa é fixo (419,22 euros), independentemente do grau de habilitações do beneficiário. Além deste valor, o beneficiário tem ainda direito ao subsídio de refeição e ao pagamento das despesas de transporte.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  15. Carla Nunes

    Boa tarde gostaria de saber se quem recebe RSI também pode beneficiar desta ajuda? Obrigada

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Carla,
      Sim, os beneficiários do rendimento social de inserção podem ser selecionados pelas entidades promotoras para desempenharem “trabalho socialmente necessário” ao abrigo do programa “contrato emprego-inserção +”.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  16. ana azevedo

    ola boa tarde tambem gostaria de sader se posso usufrir deste subsidio pois tou desempregada a 2anos enscrita no fundo desemprego e nada me tem aparecido tenho 2 fihos menores o meu marido era empregador na ceramica de valadares a qual agora encontrase a trabahar nos bombeiros a recibos verdes e o nosso unico rendimento que posso fasser

    Responder
  17. Raquel Fernandes

    Boa tarde

    Esta medida destina-se a algum público específico? É que no final do ano passado informei-me sobre uma situação semelhante( http://www4.seg-social.pt/contratos-locais-de-desenvolvimento-social-mais-clds) e uma assistente social respondeu-me que era só para licenciados!! Já agora no meu caso que terminei o subsídio de desemprego em Novembro/13 e não tive direito a subsídio social de desemprego , posso candidatar-me?

    Cumprimentos

    Raquel

    Responder
  18. carla luis

    boa noite, estou desempregada á 2 semanas, tenho 1 bebe com 2 anos, e só o meu esposo é que trabalha, tenho andado á procura de trabalho e so levo naos como respostas, e gostaria de saber se era possível me informar se posso ter direito a algum subsidio desses. obrigado

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Carla,
      Em princípio não deverá ter direito ao “contrato emprego-inserção +”, porque para poder ser selecionada ao abrigo deste programa teria que estar inscrita no IEFP como desempregada há pelo menos 12 meses. Ou então, teria de cumprir com um dos outros requisitos: integrar uma família monoparental ou ter o cônjuge também numa situação de desemprego. Já para aceder programa “contrato emprego-inserção” teria de ser beneficiária do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego. Seja como for, aconselhamos que confirme diretamente junto do centro de emprego da sua área de residência quais são as condições de acesso a estes mecanismos. No centro de emprego poderá também informar-se sobre a existência de outros apoios que poderão ser adequados à sua situação.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  19. mariaa

    não concordo com esta medida. isto só vai fazer com que as empresas despeçam mais pessoas e colocam as pessoas que estão inscritas neste programa a substitui-las, pagando-lhes menos. a solução era criar postos de trabalho a serio, com futuro, pois com esta medida irá haver aumento de desemprego.

    Responder
    • Liliana

      Se tivesse numa situação dessas talvez concordasse com essa medida. Estou desempregada quase há 2 anos sem direito a nenhum rendimento, nem sequer o de inserção social e no entanto a minha vida é complicadissima… Como pagar as dividas e alimentar-se sem rendimento absolutamente nenhum??? Meta-se no meu lugar e de pessoas como eu…

      Responder
  20. Manuel Pereira

    Estou inscrito desde 2010, nunca recebi qualquer subsidio, será que me posso candidatar a estes fundos para iniciar uma actividade por conta própria, isto é criação do próprio emprego ?

    Responder
  21. maria helena

    Esta medida vai claramente aumentar o desemprego, as entidades patronais vao se aproveitar.

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Maria Helena,
      É por essa razão que o diploma que regulamenta estes dois mecanismos é restritivo em relação às entidades que podem receber pessoas ao abrigo destes programas. Ou seja, nem todas as empresas o poderão fazer. Só poderão candidatar-se aos programas “contrato emprego-inserção” e “contrato emprego-inserção+” as entidades coletivas públicas ou privadas sem fins lucrativos. Isto inclui, por exemplo, as autarquias locais e as entidades de solidariedade social. Com a entrada em vigor deste diploma, no final de janeiro, também as entidades privadas do setor empresarial local vão poder recorrer a estes programas.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  22. Maria

    Gostaria de saber se na pratica isso será verdade, porque pessoas com mais de 45 anos o que podem lucrar com isso, se nos centro de emprego por vezes pensam que estão inscritas e quando vão ver , já não pertencem á lista.

    Responder
  23. Debora Salgueiro

    Boa tarde mandaram me este Link mas acho que nao me pode ajudar.. E o seguinte trabalhei numa loja iria fazer 4anos lá mas no ano passado engravidei e tive de me despedir por nao ter como pagar um infantario para a minha Pequenina sendo Mae solteira nao tenho nenhumas ajudas da segurança social a minha filha faz 8meses amanha e nunca recebi o abono dela…..Será que isto me ajuda em algo?! Aguardo uma resposta ……

    Obrigado

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Débora,
      Sendo mãe solteira e estando inscrita como desempregada no IEFP, à partida a Débora estará em condições para poder ser escolhida por uma entidade para desempenhar trabalho socialmente necessário e ter direito a esta bolsa mensal. No entanto, aconselhamos que se informe directamente junto do centro de emprego da sua área de residência para confirmar se reúne os requisitos necessários para ser abrangida por este programa.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  24. Guilherme Santos

    Gostaria de ter mais informações pois estou desempregado e inscrito no centro de desemprego, nao recebo subsidios.

    Responder
  25. Maria

    Boa tarde.
    Não recebo qualquer tipo de apoio social, estou inscrita no IEFP há mais de 12 meses e fiz 45 anos em dezembro. Não sei se poderei beneficiar deste novo apoio. Tenho que ir ao centro de emprego e inscrever-me ou eles contactam se a pessoa estiver abrangida????
    Muito obrigada

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Maria,
      A selecção dos beneficiários deste apoio é feita pelo IEFP, em articulação com as entidades promotoras de “trabalho socialmente necessário”. Aconselhamos que se informe diretamente junto do centro de emprego da sua área de residência para saber mais detalhes sobre as condições de acesso a este apoio.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  26. Maria Ines Belo

    Já estão em vigor estas medidas? Onde nos podemos dirigir para obter mais informações?

    Responder
    • Saldo Positivo

      Bom dia Maria Inês Belo,
      Apesar de já ter sido publicado em Diário da República, o diploma só entra em vigor no final de Janeiro. Poderá obter mais informações sobre estes apoios nos centros de Emprego. No entanto, é possível que só mais perto do final do mês os centros de emprego tenham toda a informação disponível sobre este tema.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
      • Isabel Silva

        Boa noite,
        Falei desta alteração a uma amiga e ela foi ao centro de emprego informar-se. Disseram-lhe que o programa só abrange pessoas que recebam o RSI, talvez porque, como disseram, ainda não tenham conhecimento desta alteração. Podiam, por favor, fornecer o documento, presente no Diário da República, que comprove esta informação?
        Obrigada!

      • Saldo Positivo

        Bom dia Isabel,
        A informação que prestaram à sua amiga é correta. Tal como nós referimos no texto, o mecanismo “Contrato Emprego Inserção +” não é novo. Ele já existe e aplica-se atualmente apenas às pessoas que recebam o RSI. O que aconteceu foi que o Executivo decidiu reformular as condições de acesso a este mecanismo. E neste sentido, também os desempregados que não recebam qualquer subsídio (mas que cumpram os requisitos exigidos) vão poder passar a ser abrangidos por este programa. O diploma foi publicado no dia 31 de dezembro de 2013 mas só entra em vigor no final do mês de Janeiro. Ou seja, ele ainda não está em vigor. E como só no final deste mês é que as novas regras entrarão em vigor é possível que só mais perto desta data os centros de emprego tenham toda a informação disponível sobre este tema.
        Entretanto, poderá consultar o diploma aqui https://dre.pt/pdf1sdip/2013/12/25303/0037000376.pdf
        Atenciosamente,
        A Equipa Editorial do Saldo Positivo

  27. Dulce Gonçalves Brito Dias

    Boa tarde! Tenho 55 anos, e estou desempregada há 3 meses. Estou inscrita no IEFP com direito a subsidio de desemprego, só que até agora não recebi nada. Quanto tempo tenho que esperar?

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Dulce,
      Terá de esclarecer essa dúvida junto dos serviços da segurança social da sua área de residência.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
      • Dulce Gonçalves Brito Dias

        Muito obrigada,e bom fim de semana

  28. Carlota Gaspar

    Ola boa tarde! Fiquei desempregada no final do ano, mas nao tive direito ao desemprego por motivos de descontos. Quando lá estive a tratar da situaçao ninguem me imformou, mas será que poderei escrever ?

    Responder
    • Antonio

      bom dia também já me informei sobre essa situação e o que disseram e k so teem novidades no final do mês de janeiro.

      Responder
  29. susana alves

    boa tarde, eu e o meu marido estamos os 2 desempregados, ele ficou sem o desemprego e eu nunca tive direito. temos direito a alguma coisa?

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Susana,
      Se estiverem os dois inscritos como desempregados no IEFP, à partida, reúnem as condições necessárias para poderem ser abrangidos por este programa. No entanto, lembramos que o processo de selecção dos beneficiários deste programa é feito pelas entidades promotoras de “trabalho socialmente necessário” e pelo IEFP. Para ter mais informações detalhadas sobre como vão passar a funcionar estes mecanismos aconselhamos que se informe directamente junto do centro de emprego da sua área de residência.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  30. Micaela Aveiro

    Bom Dia!
    Gostaria de saber se este apoio social também se aplica as ilhas.
    Obrigado!

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Micaela,
      Em relação à dúvida que nos colocou, a legislação que regulamenta este apoio social não faz quaisquer referências a eventuais exclusões territoriais sobre a aplicação destes mecanismos. Assim sendo, a sua aplicação deverá abranger também as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Para esclarecer qualquer dúvida sobre estes mecanismos aconselhamos que contacte o IEFP através da seguinte linha de apoio: 808 200 670 .
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  31. Catarina

    Eu estou desempregada sem fundo desemprego.como posso me inscrever nestes estágios?

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Catarina,
      O processo de selecção dos beneficiários deste programa é feito pelas entidades promotoras de “trabalho socialmente necessário” e pelo IEFP. Ou seja, os desempregados não se candidatam a este programa: eles são escolhidos dentro do universo de desempregados inscritos no IEFP e que reúnam as condições previstas na legislação. Ainda assim, aconselhamos que se informe directamente junto do centro de emprego da sua área de residência para saber mais pormenores sobre o modo de funcionamento deste programa.
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  32. Ana Rosa

    Estes programas são um embuste. Os desempregados são chamados para ocupar postos de trabalho permanentes deixados vagos por trabalhadores que foram despedidos ou reformados, desenvolvem actividades que fazem parte das funções normais das entidades promotoras, mas não têm contrato de trabalho, salário adequado ou direitos laborais. É uma exploração desenfreada e não há ninguém que controle. Isto passa-se sobretudo nas entidade públicas, como autarquias locais e escolas. Por exemplo, a maioria dos auxiliares de educação são contratados assim e são postos de trabalho permanentes,

    Responder
  33. Maria

    É pena os prisioneiros aos prisioneiros não serem atribuídos esses “trabalhos socialmente necessários”!
    Eles vivem á nossa conta de borla !

    Responder
  34. Nuno Alves

    Vamos ver!
    Pode ser que sim!
    A minha formação teve a duração de 1845 horas, com inicio em 2008/12/17 e terminus em 2010/04/13
    Componente tecnológica e até agora nada de trabalho e já vão 4 anos inscrito no IEFP.

    Responder
  35. ana

    Após dez anos de investimento em estudos, luta e esforços, perda e esperanças vãs, cair e voltar a levantar, estou farta de lutar, por um fim á minha vida começa a parecer uma alternativa cada vez mais doce para mim…nada a fazer
    Basta de lágrimas e sofrimento. O tempo passou e a vida foram 2 dias. 🙁 fiquem voces por cá, boa sorte.

    Responder
    • Saldo Positivo

      Boa tarde Ana,
      O seu desabafo e a situação que descreve são realmente duros e muito desanimadores, sendo um espelho dos efeitos mais negativos desta crise. Mas podemos dizer-lhe que existem várias soluções e apoios prestados às pessoas que se encontram sem emprego e com carências económicas. Aconselhamos que se dirija rapidamente à Segurança Social da sua área de residência e à sua Junta de Freguesia (porque as juntas têm gabinetes de apoio sociais que lidam diariamente com situações de famílias em dificuldades financeiras), exponha o seu caso porque certamente se encontrará uma solução. Não perca a esperança!
      Atenciosamente,
      A Equipa Editorial do Saldo Positivo

      Responder
  36. Silvia

    Ana, não desanime, eu estou numa situação parecida, sem trabalho já há quase 3 anos, depois de mais de 10 anos de estudo, trabalho longe de casa e muitos sacrificios. Fui posta no olha da rua pelo nosso Ministério da educação. Vivo actualmente com muitas dificuldades. Há dias muito dificeis em q me custo a levantar da cama. Mas se não formos à luta quem vai à luta por nós? Temos de lutar pela nossa vida. Pense que há fases más e boas na vida e esta é uma das más (senão a pior), mas que a vida não vai ser só isto, hão-de vir dias melhores! Todas as células no seu corpo só conspiram para uma coisa: para que viva 🙂 um beijinho e força

    Responder
  37. Ana Sousa

    Com sorte conseguem-se cerca de 223€… de RSI e paga-se a renda de 330€. E depois vivemos felizes….

    Responder
  38. José Duro

    Isto é muito bonito na teoria. Chega-se a practica e no Centro de Emprego dizem que se tem 130 RSI a frente de um desempregado sem subsidio. E questiono-me eu, a quem faz mais falta, a um desempregado que já não tem subsidio há 8 meses e contribuiu mais de 12 anos ou a um RSI que se trabalhou foi um mês e não quer saber de trabalhar e tem a sua prestação?

    Responder
  39. Maria José Barbosa

    Infelizmente não é bem assim, já tentei saber pormenores junto do IEFP, disse que estava interessada e no entanto, até hoje ainda não fui chamada. Desculpem a minha desconfiança, mas isto é o governo a ver se faz boa figura. Os primeiros a ser chamados são SEMPRE quem está a receber os subsídios.

    Responder
  40. Ana Rita Correia

    Fui ao iefp de Lagos para me informar, disseram-me que não sabiam nada do que diz este artigo, que estes programas são só para pessoal do rsi.

    Responder
  41. isabel almeida

    Bom dia, acho importante a divulgação destes temas, mas acho igualmente importante informarem das consequências que daí advém após a caducidade do contratos. No caso do CEI+ perde-se o direito à reativação do RSI e Tem-se que declarar IRS como trabalhadores por conta de outrem-Cat.A.
    É preciso dar também estas informações.
    Obrigada

    Responder
  42. Francisco Pinto

    Bom dia. Depois de muito tempo a levar a minha empresa para a frente sozinho, cheguei a um ponto em que sinto que tenho de arranjar alguém para me ajudar. O problema é que os métodos de trabalho, equipamentos e software, são um bocado avançados para a generalidade das experiências profissionais dos candidatos que procuro. Entretanto fui á procura dum estagiário para pelo menos ter um periodo de integração. Foi assim que percebi que era possivel integrar desempregados de longa duração que reúnam as condições para a medida Reativar do IEFP. Agora não tendo eu na minha empresa um gabinete de Recursos Humanos para tratar desta candidatura, o que sinto é que o processo é demasiado burocrático e complicado. Resumindo e para não perder mais tempo, a minha duvida é a seguinte:
    -Sendo a minha empresa de privada e com fins lucrativos, é possivel tirar partido destas medidas do programa Reativar?

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