Conheça três produtos para acumular poupança

Grão a grão enche a galinha o papo. Se ainda não tem uma poupança, conheça três produtos que o vão ajudar a amealhar dinheiro.

acumularPoupar: Um verbo que está na ordem do dia. Com a crise económica é cada vez mais urgente que os agregados familiares tenham um pé-de-meia para se protegerem dos dias mais tempestuosos. Mas devido à redução do rendimento mensal disponível e ao aumento do custo de vida, muitas famílias podem deparar-se com algumas dificuldades na hora de começar a poupar. Se não tem muitas economias, o Saldo Positivo deixa-lhe alguns exemplos de produtos financeiros onde pode colocar dinheiro todos os meses de forma a ir aumentando o bolo do aforro. Leia o artigo: Conheça seis formas preguiçosas para conseguir poupar

 

Quanto pode poupar?

O primeiro passo é definir quanto é que pode poupar todos os meses. Não importa o valor. Para isso terá de fazer o orçamento familiar, apurar ao certo quanto dinheiro é que entra nas contas do agregado familiar todos os meses e quais as despesas fixas e variáveis. Uma vez tendo feito estas contas, terá de definir um valor para começar a colocar de lado. Quer seja 20, 50 ou 100 euros, o importante é que a poupança comece a tomar forma. Leia o artigo: Oito ferramentas que ajudam a poupar

Porém, não deve cometer um erro bastante recorrente: deixar esse dinheiro “parado” numa conta à ordem. Conheça três produtos ideais para começar a poupar com regularidade.

 

Três produtos financeiros para acumular poupanças

 

1. Contas poupança

As contas poupança são uma modalidade de depósitos a prazo, mas com características peculiares. Para além de permitirem mobilidade antecipada em qualquer momento, possibilitam o aumento do capital aplicado a qualquer momento através de entregas programadas ou pontuais de capital. Leia o artigo: Perguntas e respostas sobre a segurança dos depósitos

A desvantagem destes produtos é que, por norma, pagam taxas de juro baixas. Porém, as contas poupança podem ser uma boa forma de começar a juntar dinheiro para algum objetivo, como a compra de casa ou uma viagem. Depois, quando já tiver uma quantia considerável, pode optar por aplicar essa quantia num produto de poupança que tenha taxas de juro mais altas, com a finalidade de rentabilizar melhor o dinheiro poupado. Leia o artigo: Conheça os vários tipos de depósitos do mercado

 

2. Planos de poupança

Estes são produtos vocacionados para a poupança de médio ou longo prazo e tanto podem contribuir para complementar a reforma como para financiar a educação do participante. Existem vários tipos de planos de poupança, mas os portugueses estão sobretudo familiarizados com os Planos de Poupança-Reforma (PPR). Leia o artigo: Cinco razões para fazer um PPR

Para além de terem vantagens fiscais associadas, estes produtos permitem que o aforrador faça entregas periódicas, que podem ser mensais ou pontuais, como por exemplo, quando recebe os subsídios de férias e natal. No reembolso, o subscritor receberá as quantias acumuladas mais o rendimento acumulado. Estes produtos não são todos iguais e podem comportar alguns riscos. Por exemplo, dependendo da forma que assumem (seguro, fundo de investimento ou fundo de pensões) estes planos poderão ter (ou não) a garantia de capital. Leia o artigo: Como transferir um PPR

 

3. Seguros de Capitalização

Ao contrário do que o nome indica, os seguros de capitalização não cobrem qualquer tipo de risco. Na realidade são produtos financeiros de investimento que permitem valorizar as poupanças, com a vantagem de muitos seguros desta natureza permitem entregas periódicas e extraordinárias. Antes de subscrever estes produtos, tenha em atenção as comissões que são cobradas e analise os riscos associados ao investimento (Ex: Se tem ou não garantia de capital). Leia o artigo: Seguros de capitalização para todos

Tal como os PPR, os seguros de capitalização também têm algumas vantagens fiscais. A tributação dos rendimentos destes produtos é feita à taxa de 28%. No entanto, se o investidor tiver entregue pelo menos 35% do capital na primeira metade do prazo do contrato, a tributação dos rendimentos é efetuada à taxa efetiva de 22,4% entre o quinto e o oitavo ano. Sobre os resgates efetuados a partir do oitavo ano, a taxa que recai sobre os rendimentos é de 11,2%. Leia a entrevista: “A poupança não deve ser uma medida SOS”

Nota: Este artigo foi originalmente publicado a 23 de julho de 2014

 

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