Dica 14: Vale a pena optar pelo regime tudo incluído?

Saiba o que deve ter em atenção antes de ir de férias em regime "tudo incluído".

tudo incluído

Vale a pena optar por um regime tudo incluído?

Se está a planear as suas férias e a fazer contas à vida, uma das hipóteses que pode surgir nas suas pesquisas é a de optar pelo regime “tudo incluído”, ou seja, alojamento num hotel ou ‘resort’ com alimentação e bebidas à discrição, 24 horas por dia, tudo por um único preço definido à partida e pago antes de viajar. Para quem tem um orçamento rígido pré-definido e não quer gastar nem mais um cêntimo durante as férias, nem ter surpresas desagradáveis com despesas inesperadas no momento do ‘checkout’, esta modalidade de férias poderá ser uma boa opção.

Seja em Portugal ou no estrangeiro, tenha em mente alguns aspetos importantes antes de optar por um regime “tudo incluído”: consulte o ‘website’ do hotel escolhido e avalie a oferta do mesmo; preste especial atenção à informação sobre os restaurantes existentes (‘buffets’ e ‘à la carte’); veja se há categorias distintas de hóspedes; e compare os preços dos vários hotéis no mesmo destino.

E se o “tudo incluído” poderá ser ideal para casais com filhos de várias idades, grupos com gostos alimentares variados ou restrições alimentares, e pessoas cuja prioridade é usufruir de todas as comodidades do hotel, este não é definitivamente o regime ideal para quem gosta de aventura e de explorar a região do destino de férias muito além do próprio hotel.

No entanto, é importante ter em atenção que o “tudo incluído” não é automaticamente sinónimo de férias luxuosas ou tratamento ‘vip’, já que a qualidade tanto do alojamento como da alimentação disponível pode variar muito consoante a faixa de preço do próprio hotel. Dentro do mesmo hotel existem tarifas diferentes (identificadas por pulseiras de cores variadas que devem ser usadas durante toda a estadia) que dão direito também a diferentes regalias.

O conceito “tudo incluído” foi popularizado pela cadeia francesa de hotéis Club Med que hoje, 64 anos depois da sua fundação em 1950, tem hotéis espalhados por todo o mundo. Na zona turística de Punta Cana, na República Dominicana, o Club Med inaugurado em 1980 foi o primeiro da região a ter o sistema “tudo incluído”. Por ano, e muito graças a este tipo de férias em que todas as despesas estão agregadas num “preço por pacote”, milhares de portugueses viajam para a República Dominicana, sobretudo nos meses de Inverno. Além de Punta Cana, o regime “tudo incluído” é também típico da região da Riviera Maia e Cancún (México) e no Norte de África (Marrocos, Tunísia, Egipto), começando agora a popularizar-se em destinos como o Brasil e até Portugal (sobretudo no Algarve e em Porto Santo).

 

Número: 2.557

Este é o número de turistas portugueses que viajaram para a República Dominicana entre janeiro e abril de 2014, que representa um aumento de 5,7% face ao mesmo período de 2013. Em 2011 foi registado o número recorde dos últimos sete anos, de 8.171 portugueses nos primeiros quatro meses do ano, de acordo com os dados do banco central dominicano recolhidos pela agência de notícias PressTUR.

 

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