Dica 16: Troca de casa: Como funciona?

Saiba como passar férias em várias partes do mundo sem pagar alojamento, recorrendo ao intercâmbio de casas.

troca de casa

Troca de casa: Como funciona?

Sempre sonhou passar férias em bairros famosos como Copacabana, no Rio de Janeiro, Notting Hill, em Londres, Montmartre, em Paris, ou Broadway, em Nova Iorque? Além de poder ficar alojado num hotel, que nestes destinos turísticos emblemáticos é sempre uma opção mais dispendiosa, outra possibilidade é trocar de casa com um habitante local que esteja disposto a passar férias na sua cidade na mesma altura.

Nos últimos anos, o intercâmbio de casas entre pessoas de diferentes partes do mundo tornou-se numa moda e hoje existem vários ‘sites’ especializados na troca de imóveis para estadias curtas, através dos quais é possível inscrever a sua casa, procurar os destinos que mais lhe agradam, entrar em contacto com os proprietários e oficializar a troca de casa.

Se esta lhe parece uma boa forma de passar férias sem pagar alojamento (a poupança no custo total das férias pode ascender a 58%) e dando em troca o acesso à sua própria casa, comece por explorar os vários ‘sites’ disponíveis (Home Exchange, ou a versão portuguesa Troca Casa, Intervac, HomeLink International, entre outros), informe-se das condições de adesão e também dos riscos associados a este tipo de turismo.

Para começar, saiba que para ser membro de uma comunidade de troca de casas tem de pagar uma mensalidade (no Troca Casa, por exemplo, são 2,95 euros por mês, durante um ano) que lhe dá acesso a criar uma conta para publicitar a sua casa, colocar fotografias e vídeos, disponibilizar os seus contactos e mandar mensagens a outros proprietários. De acordo com os dados disponibilizados pelo Troca Casa, por ano são realizadas cerca de 250 mil intercâmbios, numa rede composta por mais de 55 mil casas em 150 países.

Para que tudo corra bem, basta seguir algumas regras básicas: escolha um imóvel em que os anunciantes tenham um perfil parecido com o seu; estabeleça as regras de utilização da sua casa, como por exemplo “não fumar”; troque o máximo de informações sobre a área antes da troca; marque uma videoconferência com as partes envolvidas; faça um contrato prévio com as regras da troca; deixe cópia da chave com um familiar ou vizinho e peça-lhe para receber os hóspedes em sua casa e ajudá-los no que for preciso; faça um manual de instruções simples para os aparelhos domésticos de sua casa; avise os vizinhos sobre a presença de estranhos em sua casa. As regras de cortesia da troca de casa ditam ainda que é de “bom-tom” deixar alguns “mimos” para os visitantes, como frutas ou doçaria tradicional da região, mapas ou guias turísticos.

 

Número: 75%

Esta é a percentagem dos 46 mil membros da rede Troca de Casa que defendem a opinião de que a maioria das pessoas que recorrem ao intercâmbio de habitações próprias para passar férias “são de confiança”, de acordo com um estudo da Universidade De Bergamo, em Itália. O estudo revela que 93% dos entrevistados ficaram satisfeitos com a experiência e 81% trocaram de casa mais do que uma vez.

 

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