Do desemprego ao empreendedorismo
Partindo do mote “o desemprego como oportunidade”, foi criado em outubro de 2012 este fundo de capital de risco gerido pela Sociedade Bem Comum, sobretudo para: estimular quadros qualificados, desaproveitados por desemprego ou em situação de pré-reforma e com experiência profissional relevante a desenvolverem projetos empresariais; apoiar os projetos com potencial de crescimento, financeiramente e com assessoria técnica, no sentido de garantir a criação sustentável de postos de trabalho; e potenciar uma plataforma ampla de apoio e informação ao empreendedorismo sénior.
O projeto é ambicioso, reconhece o secretário-geral da ACEGE: “Tornar um desempregado num empreendedor, dono seu próprio negócio e responsável pelo emprego de outros. Este é um enorme desafio em que estamos totalmente empenhados”, diz Jorge Líbano Monteiro, acrescentando: “Na ACEGE acreditamos que a pobreza se combate com o desenvolvimento de negócios, por isso desenvolvemos o Fundo Bem Comum e colocámos as nossas capacidades e competências para apoiar novos negócios de pessoas desempregadas ou em risco de perder o emprego”.
Quase a completar um ano de vida, o Fundo Bem Comum recebeu já centenas de candidaturas (cerca de 200 só na primeira fase, sendo que a segunda fase decorreu até 25 de Junho) e conta com cinco projetos em fase avançada de apreciação para execução, com capacidade para criar 30 postos de trabalho e um investimento global que ascende a três milhões de euros, nos quais o fundo prevê investir 150 mil euros.
“O facto de termos cinco projetos em fase avançada de apreciação é muito positivo. No entanto, acreditamos que o continuar desta ligação com a Caixa Geral de Depósitos ainda possa vir a dobrar os números de projetos”. Mais do que isso, refere o responsável da ACEGE, a expectativa mais otimista era “conseguir encontrar propostas de investimento que utilizassem o valor global de 2,5 milhões de euros, permitindo desta forma que todo o potencial do fundo estivesse aplicado no combate ao desemprego”. No que diz respeito aos setores, existem projetos nas áreas da saúde, agroalimentar, lazer, serviços de apoio à velhice e outros serviços.






















2 respostas a “Fundo Bem Comum ajuda a criar negócios depois dos 40 anos”
fernandes
Estou interessado
floarea argane
Estou interessada . obrigada