OE 2014: O que esperam as famílias do próximo Orçamento?

O Saldo Positivo falou com três famílias para saber quais as medidas que gostariam de ver inscritas no Orçamento do Estado para 2014.

Orçamento de estadoApós mais um ano de austeridade, em que as famílias já cortaram todas as “gorduras” que podiam, a expectativa para o próximo Orçamento do Estado não é positiva. Perante esta situação, o Saldo Positivo falou com três famílias portuguesas que estão a aprender a viver com cada vez menos para saber qual é a medida que gostariam de ver inscrita no Orçamento do Estado. Este documento deverá ser entregue amanhã na Assembleia da República. Conheça as propostas destas três famílias.

 

Manutenção das medidas de apoio aos jovens desempregados

Inês Vidigal tem 24 anos e decidiu continuar com os estudos, devido à falta de ofertas de trabalho na sua área. Inscrita no Centro de Emprego da sua área de residência desde que terminou a licenciatura, nunca recebeu nenhuma proposta que tivesse em conta as suas qualificações. As suas expetativas para o Orçamento de 2014 não são positivas. “Penso que este Orçamento vai piorar a vida à generalidade dos portugueses porque está previsto que se imponha cortes em áreas essenciais como despesas sociais, saúde e educação. Assim como também está previsto o aumento da idade da reforma”.

Quanto ao seu próprio futuro enquanto jovem desempregada também não vê um futuro muito alegre. “Tenho esperança de encontrar emprego em 2014 mas não me sinto confiante. Tenho dúvidas que consiga encontrar um emprego na minha área de formação e para o meu nível de estudos.” Inês diz que as próprias medidas do Governo para combater o desemprego jovem são insuficientes uma vez que “não abrangem o número esperado de jovens desempregados e que para os jovens desempregados com um maior nível de habilitações o salário não é correspondente.” Ainda assim, Inês Vidigal gostava que neste Orçamento fossem mantidos alguns apoios e descidas nos impostos. “Gostaria de ver uma descida do IRS e, pelo menos, a manutenção das despesas na área da saúde, educação e apoios sociais”.

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