Os 10 mandamentos do investidor

Conheça algumas regras de ouro a ter em conta se quer ser um investidor bem sucedido e conseguir multiplicar as suas poupanças.

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Os 10 mandamentos do investidor

Conseguir multiplicar tostões e daí fazer uma fortuna é uma arte que não é fácil de dominar. No entanto, tal não significa que seja impossível. O percurso dos grandes gurus do mundo dos investimentos – como é o caso de Warren Buffett ou de George Soros – comprovam que com disciplina, conhecimento, método, estratégia e paciência é possível ser-se bem-sucedido no mundo dos investimentos.

Fique a conhecer os 10 mandamentos do bom investidor.

 

1. Só investirás em produtos financeiros que conheces

Este é um mandamento muito simples: Se lhe apresentarem um produto financeiro para aplicar o seu dinheiro e não perceber como é que funciona a aplicação, como é gerada a rentabilidade, qual é a remuneração que vai obter e quais os riscos associados, então o melhor mesmo é não investir nesse produto.

 

2. Não investirás em produtos financeiros que têm um nível de risco que não consegues suportar

Um produto de investimento é como um fato: pode assentar bem ao seu vizinho e não servir a si. Por isso mesmo é importante saber escolher as aplicações financeiras adequadas ao seu próprio perfil. Isto significa que se lhe propuserem uma aplicação com uma remuneração atrativa, tal não significa necessariamente que seja a mais indicada para si. Isto porque o produto financeiro pode ter um nível de risco demasiado elevado, ou exigir da sua parte conhecimentos financeiros que não domina. É importante ainda ter a noção do binómio “risco-retorno”: Os ativos que oferecem rentabilidades potenciais mais atrativas são aqueles que têm um maior nível de risco associado. Por isso, se não está disposto a incorrer em perdas, opte por aplicar o seu dinheiro em aplicações mais conservadoras. Para saber qual é o seu perfil de investidor faça este teste. 

 

3. Lerás sempre as fichas informação normalizada e os prospetos dos produtos financeiros

Investir implica fazer sempre o trabalho de casa. O que significa que, independentemente, do seu perfil de investidor e dos conselhos que receba do seu gestor de conta deverá sempre ler com atenção as fichas dos produtos onde está a investir (FIN’s e Prospetos) antes de tomar uma decisão.

 

4. Analisarás sempre os custos associados aos produtos de investimento e olharás para os preçários dos bancos

Além da rentabilidade e do risco, os investidores deverão ainda prestar atenção aos custos associados ao investimento, nomeadamente, às comissões, às taxas cobradas e também à fiscalidade que recai sobre os produtos de poupança e investimento. Para facilitar essa tarefa poderá consultar os preçários nos sites dos bancos, corretoras e outras entidades financeiras. Além disso, socorra-se dos vários simuladores de custos que a CMVM tem à disposição dos investidores.

 

5. Não colocarás todo o teu dinheiro numa única aplicação

Imagine que tinha todas as poupanças alocadas num único produto financeiro e que, por algum motivo, o desempenho da aplicação é negativo e acaba por perder parte do seu capital. Como é que se minimiza este risco? Repartindo as suas poupanças por várias classes de ativos, diversos setores de atividade e em várias instituições.

As vantagens da diversificação dos investimentos são fáceis de explicar: Como cada aplicação financeira é afetada por diferentes variáveis, quando um dos seus investimentos começar a correr mal estas perdas deverão ser atenuadas pelos ganhos gerados por outras parcelas da sua carteira. É muito improvável que tendo o seu dinheiro investido em vários ativos financeiros registe perdas em todos ao mesmo tempo.

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